Pois é, hoje foi dia de prova de matemática pra mim e eu tenho certeza absoluta que, no mínimo, achei a cura pro cancer na curva da pestana, mas quanto apostam que não vou passar dos 0.8 pontos?
Eu não aposto nada porque eu tenho azar na sorte.
Vou falar pra vocês de uma coisa chamada Carma, ou Carmen (porque vingativa como é só pode ser mulher; teorias de uma amiga minha):
- Você faz mal, se ferra, você faz bem, se ferra... Pelo menos comigo ela é assim.
Hoje eu ri de uma amiga minha, na inocência, juro, e assim que saí de casa eu bati na porta do elevador. Eu escorreguei nas escadas que tem à saída do prédio e eu perdi o onibus para ir até à escola. Cheguei atrasada na prova. A prova foi bem até começarem a aparecer números, incluindo a data, porque eu nunca sei que dia é. Saindo da prova esqueci de tirar os óculos, que uso somente pra descanso dos olhos, e por algum c.r.l.h de motivo eu me empacoto sempre que desço ou subo escadas com aquele troço. Deixo pra vossa imaginação. Chegando perto de um café um tanto ou quanto cheio, tropecei num fio de cabelo e todo o conteúdo da minha bolsa, que costuma estar fechada mas que hoje a Carmen abriu sem eu perceber, foi parar no chão, inclusive, aquelas pequenas coisinhas que nós mulheres levamos para qualquer canto naquela altura do mês e mesmo fora daquela altura do mês, só por precaução.
Valeu Carmen, te amo doçura!
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E agora eu vou dormir, porque estou com medo de morrer e se morrer enquanto durmo, não sentirei dor.
Fui.
Rute.
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